Numa era onde imagens, música, texto e até mundos inteiros, podem ser gerados em breves segundos, o que continua a tornar a criatividade humana especial?
Entre videojogos, Inteligência Artificial e cultura digital, nesta conversa vamos explorar a tensão entre o artesanal e o algorítmico, entre intenção e automatização, questionando o que acontece à autoria, à imperfeição e ao significado de criar quando a geração estocástica contempla todo um infinito de criação.
Faremos uma reflexão sobre tecnologia, arte e os fantasmas humanos presentes dentro das máquinas que criamos.
Tiago Loureiro é fascinado pelos espaços entre tecnologia e humanidade. Trabalha
há mais de vinte anos em Videojogos, Inteligência Artificial e Experiências Imersivas.
O seu percurso mistura engenharia, direção criativa e investigação sobre sistemas e agentes autónomos, narrativa e presença digital.
Entre código fonte, som e imaginação, procura criar experiências que sejam simultaneamente técnicas, emocionais e estranhamente humanas.
Os seus projetos estão disponíveis em deprofundiis.com